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Dossiê da Saúde: Conselho Regional de Medicina teme falência do Hospital Napoleão Laureano

Faltam medicamentos, insumos, equipamentos, estrutura adequada e profissionais contratados e escalados para trabalhar nos principais hospitais públicos da Paraíba

05/06/2019 12h27
Por: Brasil Tech 10
Fonte: Paraíba Rádio Blog
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Faltam medicamentos, insumos, equipamentos, estrutura adequada e profissionais contratados e escalados para trabalhar nos principais hospitais públicos da Paraíba. De janeiro a maio deste ano, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) fiscalizou 118 unidades de saúde públicas no Estado e constatou que os problemas se repetem e se agravam com o passar do tempo.

Locais onde a população deveria encontrar atendimento médico adequado estão se tornando lugares de risco para doentes, médicos e outros profissionais de saúde. Diante disso, o CRM-PB vem denunciando a grave situação às autoridades competentes (Ministério Público Federal e Estadual, Governo do Estado, principais Prefeituras) e imprensa, além de elaborar Dossiê da Saúde Pública Paraibana.

No tocante ao Hospital Napoleão Laureano, a fiscalização constatou que a unidade sofre com falta de medicamentos orais e intravenosos para quimioterapia, antibióticos, além de insumos como luvas e soro fisiológico. Além disso, uma das três máquinas da radioterapia está quebrada desde o dia 6 de fevereiro, acumulando cerca de 500 pacientes à espera desse tipo de tratamento no hospital.

Ainda segundo levantou a fiscalização do CRM-PB, médicos que são prestadores de serviços estavam com o pagamento atrasado há seis meses. O CRM-PB fez denúncia ao Ministério Público Federal para que sejam tomadas providências e o hospital não vá à falência.

No dia da fiscalização, faltavam 17 medicamentos orais quimioterápicos, além de seis tipos de antibióticos. Mais de 70 pacientes com câncer de próstata estavam na lista de espera por algum desses medicamentos. Também faltavam os cateteres das bombas de infusão usadas na quimioterapia, o que prejudica o tratamento. No centro cirúrgico, médicos têm que administrar o uso de antibióticos após os procedimentos, pois é comum faltarem esses medicamentos, além de luvas e soro fisiológico. Funcionários da farmácia disseram que há mais de seis meses enfrentam o problema da falta de estoque de remédios.

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